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Trinity Blood

 Em meio a guerra entre humanos e vampiros, grupos religiosos podem ser a única salvação da humanidade. Mas nem tudo é tão simples como parece.
Mídia: anime
Exibição: 2005
Episódios: 24
Estúdio: Gonzo
Demografia: shounen
Gêneros: fantasia, drama, ação

Sinopse: Depois do surgimento dos vampiros, a humanidade se dividiu em dois grupos, o Império da Humanidade Verdadeira, nação dos vampiros, e o Vaticano, que se tornou o foco da civilização humana. Embora nenhuma das partes deseje a guerra, há um grupo extremista que procura desfazer o pouco equilíbrio entre as duas nações, por isso, no Vaticano existe uma ordem cujos membros são treinados para a batalha e têm habilidades especiais. Entre eles está Abel Nightroad, um Cruznik, que se alimenta de sangue de vampiros.

Comentários: Sim, é uma trama sobre vampiros e não, não é da maneira como estamos acostumados. A trama se foca em Abel, que tem a habilidade rara de consumir o sangue de outros vampiros. Apesar do seu poder, ele é um tanto atrapalhado e coração mole, o que o faz sempre buscar o melhor tanto dos humanos como dos vampiros.

A trama a princípio, são missões simples que Abel precisa resolver e aos poucos vai conhecendo outros personagens importantes para a trama como Esther, Asta ou Ion. Entretanto, apesar de ter uma premissa boba, aos poucos, todos os personagens começam a ter ligação entre si e com os acontecimentos estranhos que vem acontecendo no Vaticano.

A Ordem
No final, a história é bastante confusa e complexa, e detalhes que parecem insignificantes no começo acabam se tornando muito relevantes para o entendimento total da trama. Conforme a história avança tanto Abel, como Esther ou Seth se mostram muito mais importantes para a solução do problema.

O traço é muito bonito, e a animação muito caprichada com um trabalho intenso em cima da caracterização dos personagens tentando dar um clima gótico ao ambiente. As lutas são bem feitas e os efeitos são bonitos, mas apesar disso tudo, a animação é maçante.

Talvez o roteiro seja muito lento, ou porque a trama demora muito para se explicar, mas sem o efeito suspense, torna a coisa muito parada e você percebe que está vendo só por ver mesmo. A coisa engrena lá pelo capítulo 15, mas até lá, é realmente chato ficar vendo o chororo da Esther, as bobeiras do Abel ou a paixonite do Ion.
Rosencreutz Orden: porque eu gosto dos vilões.
 Por que ver? É uma abordagem diferente sobre a temática dos vampiros.
Por que não ver? Maçante, personagens um tanto clichês, trama confusa que não se explica direito (tive que ler partes do mangá para entender o todo).
Onde encontrar: Pode ser encontrado online.

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